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Archive for the ‘Reflexão’ category

A Flor



Havia uma jovem muito bonita que tinha tudo:
um marido maravilhoso, filhos perfeitos, um emprego que pagava muitíssimo bem, uma família unida.
O estranho é que ela não conseguia conciliar tudo isso, o trabalho e os afazeres lhe ocupavam todo o tempo
e a sua vida estava deficitária em algumas áreas.
Se o trabalho consumia muito tempo, ela tirava dos filhos, se surgiam problemas, ela deixava de lado o marido…
E assim, as pessoas que ela amava eram sempre deixadas para depois…
Até que um dia, seu pai, um homem muito sábio, lhe deu um presente:
uma flor muito cara e raríssima, da qual havia um exemplar apenas em todo o mundo.
E disse a ela:

“Filha, esta flor vai te ajudar muito mais do que você imagina!
Você terá apenas que regá-la e podá-la de vez em quando, às vezes conversar um pouquinho com ela,
e ela te dará em troca esse perfume maravilhoso e essas lindas flores.”
A jovem ficou emocionada, afinal a flor era de uma beleza sem igual.
Mas o tempo foi passando, os problemas surgiam, o trabalho consumia todo o seu tempo, e a vida,
que continuava confusa, não lhe permitia cuidar da flor.
Ela chegava em casa, olhava a flor e as folhas ainda estavam lá, não mostravam nenhum sinal de fraqueza ou morte,
apenas estavam lá, lindas, perfumadas.
Então ela passava direto.
Até que um dia, sem mais nem menos, a flor morreu.
Ela chegou em casa e levou um susto!
Estavam completamente mortas, suas raízes estavam ressecadas, suas flores caídas e suas folhas amarelas.
A Jovem chorou muito e contou ao seu pai o que havia acontecido.
Seu pai então respondeu:
“Eu já imaginava que isso aconteceria, e eu não posso te dar outra flor, porque não existe outra igual a essa,
ela era única assim como seus filhos, seu marido e sua família.
Todos são bênçãos que o Senhor te deu, mas você tem que aprender a regá-los, podá-los e dar atenção a eles,
pois assim como a flor, os sentimentos também morrem.
Você se acostumou a ver a flor lá, sempre florida, sempre perfumada e se esqueceu de cuidar dela.
Cuide das pessoas que você ama!”

Tenho um conselho valioso para dar aqui: se você acabou de conhecer um rapaz, ficou com ele algumas vezes e já está começando a imaginar o dia do seu casamento e o nome dos seus filhos, pare agora e me escute! Na próxima vez que encontrá-lo, tente disfarçadamente descobrir como é sua barriga.

Se for musculosa, torneada, estilo `tanquinho´, fuja! Comece a correr agora e só pare quando estiver a uma distância segura.
É fria, vai por mim.

Homem bom de verdade precisa, obrigatoriamente, ostentar uma barriguinha de chopp. Se não, não presta.
Estou me referindo àqueles que, por não colocarem a beleza física acima de tudo (como fazem os malditos metrossexuais), acabaram cultivando uma pancinha adorável.
Esses, sim, são pra manter por perto. E eu digo por quê.

Você nunca verá um homem barrigudinho tirando a camisa dentro de uma boate e dançando como um idiota, em cima do balcão. Se fizer isso, é pra fazer graça pra turma e provavelmente será engraçado, mesmo. Já os `tanquinhos´ farão isso esperando que todas as mulheres do recinto caiam de amores – e eu tenho dó das que caem. Quando sentam em um boteco, numa tarde de calor, adivinha o que os pançudos pedem pra beber? Cerveja! Ou coca-cola, tudo bem também. Mas você nunca os verá pedindo suco. Ou, pior ainda, um copo com gelo, pra beber a mistura patética de vodka com `clight´ que trouxe de casa.

E você não será informada sobre quantas calorias tem no seu copo de cerveja, porque eles não sabem e nem se importam com essa informação. E no quesito comida, os homens com barriguinha também não deixam a desejar.

Você nunca irá ouvir um ah, amor, `Quarteirão´ é gostoso, mas você podia provar uma `McSalad´ com água de coco. Nunca! Esses homens entendem que, se eles não estão em forma perfeita o tempo todo, você também não precisa estar. Mais uma vez, repito: não é pra chegar ao exagero total e mamar leite condensado na lata todo dia! Mas uma gordurinha aqui e ali não
matará um relacionamento. Se ele souber cozinhar, então, bingo! Encontrou a sorte grande, amiga. Ele vai fazer pra você todas as delícias que sabe, e nunca torcerá o nariz quando você repetir o prato. Pelo contrário, ficará feliz.

Outra coisa fundamental:
Homens barrigudinhos são confortáveis!

Experimente pegar a tábua de passar roupas e deitar em cima dela. Pois essa é a sensação de se deitar no peito de um musculoso besta. Terrível!

Gostoso mesmo é se encaixar no ombro de um fofinho, isso que é conforto. E na hora de dormir de conchinha, então? Parece que a barriga se encaixa perfeitamente na nossa lombar, e fica sensacional.

Homens com barriga não são metidos, nem prepotentes, nem donos do mundo.

Eles sabem conquistar as mulheres por maneiras que excedem a barreira do físico. E eles aprenderam a conversar,a ser bem humorados, a usar o olhar e o sorriso pra conquistar. É por isso que eu digo que homens com barriguinha sabem fazer uma mulher feliz.

Dia Internacional da BARRIGA – Está chegando

CHEGA DE VIADAGEM!

O mundo inteiro sabe que quem gosta de homem bonito são os viados.
Mulher quer homem inteligente, carinhoso e boa praça.
Por isto está sendo lançado o dia 05 de Dezembro como o
DIA INTERNACIONAL DOS BARRIGUDOS.

Chega de ter a consciência pesada após beber aquela cervejinha, ou aquele vinho, e comer aqueles petiscos.
Chegou a sua vez!! Salada, é o caralho!!

Nosso Lema: “Mais vale um barrigudinho bom de cama, do que um gostosão fracassado”.

Nosso ìdolo: “Homer Simpson”.

Nosso Dia: 5 de Dezembro, o dia Internacional dos Barrigudos.

Passe a diante para todos os barrigudos e simpatizantes!!

P.S.: E mandamos um recado para você “sarado gostosão”: Enquanto você malha, sua namorada está tomando cerveja num motel, com um barrigudo!

(CARLA MOURA PSICÓLOGA, ESPECIALISTA EM SEXOLOGIA)


**Esse post vai em especial pra minha irmã Raphaela (e ela sabe pq).

Achei este texto belíssimo…

“Que você seja um grande empreendedor.
Quando empreender,
não tenha medo de falhar
Quando falhar,
não tenha receio de chorar.
Quando chorar,
repense a sua vida, mas não recue.
Dê sempre uma nova chance para si mesmo.

Encontre um oásis em seu deserto.
Os perdedores vêem os raios.
Os vencedores vêem a chuva e
a oportunidade de cultivar.
Os perdedores paralisam-se diante das perdas e dos fracassos.
Os vencedores começam tudo de novo.

Saiba que o maior carrasco do ser humano
é ele mesmo.
Não seja escravo dos seus pensamentos negativos.
Liberte-se da pior prisão do mundo:
o cárcere da emoção.
O destino raramente é inevitável,
mas sim uma escolha.
Escolha ser um ser humano consciente,
livre e inteligente.

Sua vida é mais importante do que todo o ouro do mundo.
Mais bela que as estrelas:
obra-prima do Autor da vida.
Apesar dos seus defeitos,
você não é um número na multidão.
Ninguém é igual a você no palco da vida.
Você é um ser humano insubstituível.

Por isso, desejo que você
jamais desista das pessoas que ama.
Jamais desista de ser feliz.
Lute sempre pelos seus sonhos.
Seja profundamente apaixonado pela vida.
Pois a vida é um espetáculo imperdível.”

Augusto Cury[bb]

Uma Moça estava à espera de seu vôo, na sala de embarque de um grande aeroporto.

Como ela deveria esperar por muitas horas, resolveu comprar um livro para passar o tempo. Comprou também, um pacote de bolachas.

Sentou-se numa poltrona[bb], na sala Vip do aeroporto, para que pudesse descansar e ler em paz.

Ao lado poltrona onde estava o saco de bolachas sentou-se um homem, que abriu uma revista e começou a ler.

Quando ela pegou a primeira bolacha, o homem também pegou uma.

Sentiu-se indignada, mas não disse nada. Apenas pensou cara de pau! Se eu estivesse mais disposta lhe daria um soco no olho, para que ele nunca mais esquecesse desse atrevimento.

A cada bolacha que ela pegava, o homem também pegava uma.

Aquilo a foi deixando indignada, mas não conseguia reagir.

Quando restava apenas uma bolacha, ela pensou:

“ah… o que esse abusado vai fazer agora?”

Então, o homem dividiu a ultima bolacha ao meio, deixando a outra metade para ela.

Ahh! Aquilo era demais! Ela estava bufando de raiva!

Então, ela pegou seu livro e suas coisas e se dirigiu ao local de embarque.

Quando ela se sentou, confortavelmente, numa poltrona, já no interior do avião[bb], olhou dentro da sua bolsa para pegar alguma coisa; e, para sua surpresa, o seu pacote de bolachas estava lá!, ainda intacto, fechadinho!

Ela sentiu tanta vergonha! Ela percebeu que a errada era ela…

Ela havia se esquecido que suas bolachas estavam guardadas em sua bolsa.

O Homem havia dividido as bolachas dele sem se sentir indignado, nervoso ou revoltado.

Enquanto ela tinha ficado muito transtornada, pensando estar dividindo a dela com ele. E já não havia mais tempo para se explicar.

Nem pedir desculpas….

Quantas vezes, em nossa vida, nós é que estamos comendo a “bolacha” dos outros, e não temos consciência disso.

Antes de concluir, observe melhor!

Talvez as coisas não sejam exatamente como pensa!

Não pense o que não sabe sobre as pessoas…

Existem 4 coisas que não se recuperam…

A pedra… depois de atirada!

A palavra… depois de proferida!

A ocasião… depois de perdida!

E o tempo…. depois de passado!

Pensem Nisso….

No jornal Folha de São Paulo no caderno[bb] Ilustrada do dia 28/05/2008, saiu uma matéria muito interessante, com o seguinte título: “A Internet me deixou Burro Demais”.

O escritor e doutor em inglês Mark Bauerlein já começa atacando no título de seu livro “Geração Mais Estúpida (“The Dumbest Generation”) – Tarcher, 272 pgs.

No livro, Bauerlein diz: “Os jovens praticamente não lêem. A TV, o vídeo-game[bb],  o celular, e o computador[bb] são responsáveis por toda essa juventude superficial. Eles são incapazes de lembrar fatos históricos.”

Além disso, Bauerlein diz que: “Mesmo com toda a informação disponível na internet, os jovens preferem perder uma quantidade inacreditável de tempo em sites de rede de relacionamento.”

Concordo plenamente com tudo o que Mark disse. Eu realmente acredito que essa geração está mesmo mal acostumada com as opções de tecnologia[bb] e, ao invés de aproveitarem a quantidade de informação disponível, os jovens preferem mesmo é usufruir da parte mais “burralda” da internet. E, neste parte “burralda”, se incluem jogos e as redes de relacionamento.

Eu também adoro joguinhos e redes de relacionamento, mas gosto ainda mais de ler e escrever.

Esses dias li uma pesquisa que fizeram que as pessoas estão lendo menos de 2 livros[bb] por ano. Nossa! Pode ter certeza que esse não é o meu caso.

Você consegue se lembrar qual foi o último livro que você leu? E a última peça de teatro[bb] que assistiu?

CULTURA[bb] É TUDO! PENSE NISSO.

Ele carregou aquele peso inútil durante todo o dia.
Saíra de casa afobado, nervoso, e ainda por cima, havia discutido com a esposa.
Defendera uma idéia, um pensamento, com unhas e dentes, como se não conseguisse
admitir, de forma alguma, que sua opinião poderia não ser a verdadeira.
Foi grosseiro, teimoso e impaciente.
Voltava agora para casa, e ao sintonizar a rádio[bb] no carro, ouviu a frase: Posso estar errado.
Era um professor[bb] dizendo o quanto sua vida se tornou diferente, quando passou a considerar esta opção, perante os alunos.
Dizia que passaram a respeitá-lo mais do que antes, quando pretendia ser sempre o dono da verdade.
Afirmava que até mesmo os conteúdos, sendo passados de uma forma mais humilde,
menos impositiva, eram melhor absorvidos pela classe.
Ele resumia sua teoria dizendo: Admitir falhas é o melhor caminho.
Será que costumamos fazer este exercício[bb]? Considerar, nesta ou naquela situação ou discussão, que podemos estar errados?
Ou ainda insistimos em achar que o nosso ponto de vista é sempre o mais correto?
Parece que, ao acharmos que estamos com a razão, acreditamos que a nossa opinião é mais importante do que a dos demais, e que tem de prevalecer.
Não percebemos, mas isso é manifestação do vício do orgulho, em uma de suas muitas formas de atuação.
Um exercício interessante é tentar, a cada momento, considerar a simples hipótese de que podemos estar errados, e fazer um esforço para enxergar as coisas por outro ângulo.
Podemos experimentar ser mais flexíveis e abertos e lembrarmos que algumas vezes podemos não estar com a razão.
Tal forma de agir nos ajuda a tomar decisões mais acertadas e, conseqüentemente, duradouras, pois elas não terão sido fruto de uma reação automática de nossa personalidade.
Ao nos desapegarmos da necessidade de estarmos sempre com a razão, transformamos nossas vidas numa experiência bem mais prazerosa.
Afinal, por que temos que estar sempre certos? Não parece um peso desnecessário que carregamos nos ombros?
Buscar acertar sempre é saudável[bb], nos faz crescer. Porém, querer ser sempre o dono da verdade, é desperdício de energia. Além de ser uma pretensão muito grande.
O caminho para a verdade está em conhecer todos os ângulos possíveis de visão sobre algo, e isso só é possível ouvindo os outros, considerando as experiências alheias na construção de nosso conhecimento.
Quanto mais humildes, mais ouvimos. Quanto mais orgulhosos, mais queremos ser ouvidos.
Dale Carnegie, autor do best seller[bb] Como fazer amigos e influenciar pessoas, afirma que você nunca terá aborrecimentos admitindo que pode estar errado.
Isto evitará discussões e fará com que o outro companheiro se torne tão inteligente, e tão claro e tão sensato como foi você.
Fará com que ele também queira admitir que pode estar errado.
A inflexibilidade de uma opinião gera quase sempre aversão. Um gesto de humildade sempre inspira outro.

Autor Desconhecido

“Aquilo que se faz por amor[bb], parece ir sempre além dos limites do bem e do mal.”

Nietzsche

Ela era uma velhinha que morava sozinha, em uma grande casa. Não tinha amigos porque, ao longo dos anos, ela os vira morrer, um a um.
Seu coração[bb] era um poço de saudade e de perdas. Por isso, ela decidira que nunca mais se ligaria afetivamente a ninguém.
E, para se lembrar que um dia tivera amigos[bb], passara a chamar as coisas pelos nomes dos amigos que haviam morrido.
Sua cama se chamava Belinha. Era grande, sólida e confortável. Mesmo depois que ela se fosse, Belinha continuaria a existir.
A poltrona[bb] confortável da sala de visitas se chamava Frida. Haveria de durar muitos anos mais.
A casa se chamava glória. Tinha sido construída há mais de cem anos, mas não aparentava mais que vinte. Era feita de madeira[bb] muito forte, vigorosa.
E o carro[bb], grande, espaçoso se chamava Beto. “Haveria de servir”, pensava a velhinha, “para alguém, depois de sua morte”.
E assim vivia a velhinha solitária.
Certo dia, quando estava lavando a lama de Beto, um cachorrinho chegou no portão O portão não tinha nome, porque ela achava que ele logo teria que ser substituído. Suas dobradiças estavam enferrujadas e a madeira apodrecida.
O animalzinho parecia estar com fome e ela tirou um pedaço de presunto da geladeira[bb] e o deu ao cão, mandando-o embora.
Porém, no dia seguinte, ele voltou. E no outro e no outro. Todos os dias, ele vinha, abanava o rabo e ela o alimentava, mandando-o embora.
Ela dizia que Belinha não comportava um adulto e um cachorro[bb], que Frida não gostava que cães sentassem nela e glória não tolerava pêlo de cachorro.
E Beto? Bom, esse fazia os cachorros passarem mal.
Um ano depois, o animal estava grande, bonito. E tudo continuava do mesmo jeito. Até que um dia ele não apareceu.
Ela ficou sentada na escada, esperando. No dia seguinte, também. Nada.
Resolveu telefonar para o canil da cidade e perguntar se eles tinham visto um cachorro marrom. Descobriu que eles tinham dezenas de cachorros marrons.
Quando perguntaram se ele estava usando coleira com o nome, ela se deu conta que nunca dera um nome para ele.
Sentou-se e ficou pensando no cachorro marrom que não tinha coleira com um nome. Onde quer que estivesse, ninguém saberia que ele tinha de vir todos os dias até seu portão[bb] para que ela lhe desse de comer.
Tomou uma decisão. Dirigiu Beto até o canil e falou para o encarregado que queria procurar o seu cachorro.
Quando ele lhe perguntou o nome do cachorro, ela se lembrou dos nomes de todos os amigos queridos aos quais havia sobrevivido.
Viu seus rostos sorridentes, lembrou-se de seus nomes e pensou em como fora abençoada por ter conhecido esses amigos.
“Sou uma velha sortuda”, pensou.
“O nome do meu cachorro é Sortudo”, disse.
E gritou, ao ver os cães no grande quintal: “aqui, Sortudo”!
Ao som da sua voz, o cachorro marrom veio correndo. Daquele dia em diante, Sortudo morou com a velhinha.
Beto parece que gostou de transportar o cachorro. Frida não se incomodou que ele sentasse nela. Glória não ligou para os pelos do cachorro.
E todas as noites Belinha faz questão de se esticar bem para que nela possam se acomodar um cachorro marrom Sortudo…e a velhinha que lhe deu o nome.

………………………….

Não temamos nos afeiçoar às pessoas. Ninguém consegue viver sem amor, sem amigos, sem ninguém.
Não nos enclausuremos em solidão, nem percamos a oportunidade extraordinária de amar.
Amemos a quem nos rodeia. Também à natureza e os animais, recordando que tudo é obra do excelente pai que nos criou.

Desconheço a autoria

Uma jovem esposa estava sentada num sofá[bb] num dia quente e úmido, bebericando chá gelado durante uma visita a sua mãe[bb].

Ao conversarem sobre a vida, o casamento[bb], as responsabilidades da vida, as obrigações da pessoa adulta, a mãe remexia pensativamente os cubos de gelo no seu copo e lançou um olhar claro e sóbrio para sua filha[bb].

* Nunca esqueça de suas “Irmãs“ , aconselhou!
* Serão mais importantes na medida em que você envelhecer.

Independentemente, do quanto você ame seu marido, dos filhos que porventura venham a ter, você sempre precisará de “Irmãs“ .

Lembre-se de ocasionalmente ir a lugares com elas ; faça coisas com elas; telefone para elas .

Lembre-se que ‘Irmãs’ significa todas as mulheres… suas amigas, filhas e também todas as suas demais parentes.

Você precisará de outras mulheres.

Que estranho conselho! Pensou a jovem. Acabo de ingressar no mundo dos casados. Sou adulta.
Com certeza meu marido e a família que iniciaremos serão tudo que necessito para dar sentido à minha vida!

Contudo, ela obedeceu à mãe.

Manteve contato com suas Irmãs e anualmente aumentava o número de amigas.

Na medida em que os anos se passavam, ela foi compreendendo que sua mãe sabia do que falava….

Na medida em que o tempo e a natureza realizam suas mudanças e mistérios
sobre uma mulher, “Irmãs” são baluartes de sua vida.

50 anos, eis o que aprendi:
O tempo passa…
A vida acontece…
A distância separa…
As crianças crescem…
Os empregos[bb] vão e vêem…
O amor fica mais frouxo ou vai embora…
Os homens não fazem o que deveriam fazer…
O coração se rompe…
Os pais morrem…
As carreiras terminam…

Mas… as “Irmãs” estão lá, não importa quanto tempo e quantos quilômetros estão entre vocês.

Uma amiga nunca está mais distante do que o alcance de uma necessidade, torcendo por você, intervindo em seu favor, e esperando-a de braços abertos,
Todas… amigas, mães, filhas, avós, noras, tias, primas, sobrinhas… abençoando nossa vida!

Quando iniciamos esta aventura chamada condição feminina, não sabíamos das incríveis alegrias ou tristezas que estavam adiante.

Nem sabíamos o quanto precisaríamos umas das outras.

Você, homem da atualidade, vem se surpreendendo diuturnamente com o “nível” intelectual, cultural e, principalmente,”liberal” de sua mulher, namorada etc…

Às vezes sequer sabe como agir, e lá no fundinho tem aquele medo de ser traído – ou nos termos usuais – “corneado”. Saiba de uma coisa… Esse risco é iminente, a probabilidade disso acontecer é muito grande, e só cabe a você, e a ninguém mais, evitar que isso aconteça – ou então -assumir seu “chifre” em alto e bom som.

Você deve estar perguntando por que eu gastaria meu precioso tempo falando sobre isso. Entretanto, a aflição masculina diante da traição vem-me chamando a atenção já há tempos. Mas o que seria uma “mulher moderna”?

A principio, seria aquela que se ama acima de tudo, que não perde (e nem tem) tempo com/ para futilidades, é aquela que trabalha porque acha que o trabalho engrandece, que é independente sentimentalmente dos outros, que é corajosa, companheira, confidente, amante…

É aquela que às vezes tem uma crise súbita de ciúmes, mas que não tem vergonha nenhuma em admitir que esteja errada e de correr pros seus braços…

É aquela que consegue ao mesmo tempo ser forte e meiga, desarrumada e linda…

Enfim, a mulher moderna é aquela que não tem medo de nada nem de ninguém, olha a vida de frente, fala o que pensa e o que sente, doa a quem doer…

Assim, após um processo “investigatório” junto a essas “mulheres modernas” pude constatar o pior. VOCÊ SERÁ (OU É???) “corno”, ao menos que:

*Nunca deixe uma “mulher moderna” insegura.

Antigamente elas choravam. Hoje elas choram, mas depois disso simplesmente traem, sem dó nem piedade.

*Não ache que ela tem poderes “adivinhatórios”.

Ela tem de saber da sua boca – o quanto você gosta dela. Qualquer dúvida neste sentido poderá levar às conseqüências expostas acima.

*Não ache que é normal sair com os amigos

(seja pra beber, pra jogar futebol) mais do que duas vezes por semana, três vezes então, é assinar atestado de “chifrudo”. As “mulheres modernas” dificilmente andam implicando com isso, entretanto, elas são categoricamente “cheias de amor pra dar” e precisam da “presença masculina”. Se não for a sua meu amigo… Bem…

*Quando disser que vai ligar, ligue,

Senão o risco dela ligar pra aquele ex, bom de cama é grandessíssimo.

*Satisfaça-a sexualmente. Mas não finja satisfazê-la.

As “mulheres modernas” têm um pique absurdo em relação ao sexo e, principalmente dos 30 aos 38 anos, elas pensam – e querem – fazer sexo TODOS OS DIAS (pasmem, mas é a pura verdade)… Bom, nem precisa dizer que se não for com você…

*Lhe dê atenção. Mas principalmente faça com que ela perceba isso.

Garanhões maus (ou bem) intencionados sempre existem, e estes quando querem são peritos em levar uma mulher às nuvens. Então, leve-a você, afinal, ela é sua ou não é????

*Nem pense em provocar “ciuminhos” vãos.

Como pude constatar, mulher insegura é uma máquina colocadora de chifres.

*Em hipótese alguma a deixe desconfiar do fato de você estar saindo com outra.

Essa mera suposição da parte delas dá ensejo ao um “chifre” tão estrondoso que quando você acordar, meu amigo, já existirá alguém MUITO MAIS “comedor” do que você… Só que o prato principal, bem… Dessa vez é a SUA mulher.

*Sabe aquele bonitão que você sabe que sairia com a sua mulher a qualquer hora?

Bem… De repente a recíproca também pode ser verdadeira. Basta ela, só por um segundo, achar que você merece… Quando você reparar… Já foi. – Tente estar menos “cansado”. A “mulher moderna” também trabalhou o dia inteiro e, provavelmente, ainda tem fôlego para – como diziam os homens de antigamente – “dar uma”, para depois, virar
de lado e simplesmente dormir.

*Volte a fazer coisas do começo da relação.

Se quando começaram a sair viviam se cruzando em “baladas”, “se pegando” em lugares inusitados, trocavam e-mails ou telefonemas picantes, a chance dela gostar disso é muito grande, e a de sentir falta disso então é imensa. A “mulher moderna” não pode sentir falta dessas coisas… Senão… Bem amigos, aplica-se, finalmente, o tão famoso jargão “quem não dá assistência, abre concorrência e perde a preferência”.

Deste modo, se você está ao lado de uma mulher de quem realmente gosta e tem plena consciência de que, atualmente o mercado não está pra peixe (falemos de qualidade), pense bem, antes de dar alguma dessas “mancadas”… proteja-a, ame-a, e principalmente, FAÇA-A SABER DISSO. Ela vai pensar milhões de vezes antes de dar bola pra aquele “bonitão” que vive enchendo-a de olhares… E vai continuar, sem dúvidas, olhando só pra você!!!

“QUEM NÃO SE DEDICA SE COMPLICA.”

(Arnaldo Jabor)

Deficiência

Deficiente é aquele que não consegue modificar sua vida[bb],
aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive,
sem ter consciência de que é dono do seu destino[bb].
Louco é quem não procura ser feliz[bb] com o que possui.
Cego é aquele que não vê seu próximo morrer de frio,
de fome, de miséria.
E só têm olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
Surdo é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um
amigo, ou o apelo de um irmão.
Pois está sempre apressado para o trabalho e
quer garantir seus tostões no fim do mês.
Mudo é aquele que não consegue falar o que sente e
se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
Paralítico é quem não consegue andar na direção
daqueles que precisam de sua ajuda.
Diabético é quem não consegue ser doce.
Anão é quem não sabe deixar o amor crescer.
E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois
Miseráveis são todos que não conseguem falar com Deus[bb].
A amizade[bb] é um amor que nunca morre.

(Extraído do dicionário particular de Mário Quintana)

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