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O Orkut estava muito atrás do Facebook, mais conhecido lá fora do que no Brasil. Isso ocorre pq no Orkut já estava sem mudanças a um bom tempo. Já o Facebook já tem uma versão em português e cheia de aplicativos legais para adicionar ao perfil. Portanto, logo vai estar cheio de brasileiros também. Eu sou uma que já entrei no Facebook faz um bom tempo.

Finalmente depois de tanto tempo, o Orkut lançou aplicativos para divertir seus usuários. Agora é possível adicionar aplicativos no Orkut. Muito útil e divertido. Já estava cansada do Orkut apenas com Scraps, depoimentos, fotos infinitas e sem mais nenhuma novidade.

O que eu mais achei legal foi o BuddyPoke!, onde você customiza sua aparência e pode pokear as pessoas da sua lista que também tem o aplicativo. To testando outros,por enquanto esse foi o que eu achei mais legal…


Arrumando minhas coisas percebi que eu tenho mania de cartões de desconto. Ok, eu explico. Sabem aqueles cartões de farmácia[bb], ou mesmo livraria que dão descontos conforme você vai comprando coisas na loja e acumula pontos que podem ser trocados por descontos em outras mercadorias na loja.

São cartões de desconto não tem nenhuma outra função a não ser essa. Pois é, eu tenho vários desses, especialmente de farmácias. Sempre que vou numa diferente, me oferecem e eu acabo fazendo o tal cartão[bb].

Começou com o cartão de desconto da livraria cultura[bb], depois de várias farmácias e até mesmo supermercado.

Acho que peguei mania de arranjar desconto em tudo…   :) )


Ajude a sustentar a Wikipédia e outros projetos, sem colocar a mão no bolso, e concorra a um Eee PC!
…e também a pen drives, card drives, camisetas geeks, livros e mais! O BR-Linux e o Efetividade lançaram uma campanha para ajudar a Wikimedia Foundation e outros mantenedores de projetos que usamos no dia-a-dia on-line. Se você puder doar diretamente, ou contribuir de outra forma, são sempre melhores opções. Mas se não puder, veja as regras da promoção e participe – quanto mais divulgação, maior será a doação do BR-Linux e do Efetividade, e você ainda concorre a diversos brindes!


Este é um teste que analisa o seu temperamento[bb], baseado no que você come (ou gosta de comer[bb]). Muito interessante… Vale a pena fazer!
Clique no link

De maneira geral eu:

Sabe como curtir a vida, mas sem cometer exageros. É equilibrado e nunca quer mais do que pode ter. Tudo na sua vida tem que ser belo, doce[bb] e gostoso.

É uma pessoa metódica que leva muito em consideração a aparência[bb]. Faz o estilo romântico[bb] e não troca um momento a dois por nada desse mundo[bb]. Encara a realidade de frente e procura manter pés no chão.Tem mania de complicar tudo e transforma um problema pequeno numa coisa gigantesca.

Adora a comodidade proporcionada pela vida moderna[bb]. É uma pessoa que prefere estar em contato com a natureza. Fica ruminando seus problemas por dias, sem conseguir resolvê-los.


No jornal Folha de São Paulo no caderno[bb] Ilustrada do dia 28/05/2008, saiu uma matéria muito interessante, com o seguinte título: “A Internet me deixou Burro Demais”.

O escritor e doutor em inglês Mark Bauerlein já começa atacando no título de seu livro “Geração Mais Estúpida (“The Dumbest Generation”) – Tarcher, 272 pgs.

No livro, Bauerlein diz: “Os jovens praticamente não lêem. A TV, o vídeo-game[bb],  o celular, e o computador[bb] são responsáveis por toda essa juventude superficial. Eles são incapazes de lembrar fatos históricos.”

Além disso, Bauerlein diz que: “Mesmo com toda a informação disponível na internet, os jovens preferem perder uma quantidade inacreditável de tempo em sites de rede de relacionamento.”

Concordo plenamente com tudo o que Mark disse. Eu realmente acredito que essa geração está mesmo mal acostumada com as opções de tecnologia[bb] e, ao invés de aproveitarem a quantidade de informação disponível, os jovens preferem mesmo é usufruir da parte mais “burralda” da internet. E, neste parte “burralda”, se incluem jogos e as redes de relacionamento.

Eu também adoro joguinhos e redes de relacionamento, mas gosto ainda mais de ler e escrever.

Esses dias li uma pesquisa que fizeram que as pessoas estão lendo menos de 2 livros[bb] por ano. Nossa! Pode ter certeza que esse não é o meu caso.

Você consegue se lembrar qual foi o último livro que você leu? E a última peça de teatro[bb] que assistiu?

CULTURA[bb] É TUDO! PENSE NISSO.


Ontem, cheguei mais cedo na facul. Combinei de me encontrar com dois colegas para fotografármos alguma situação com animais[bb].

Estamos fazendo um trabalho de publicidade para uma ONG aqui de São Paulo[bb]. A ONG chama-se ABEAC (Associação para o Bem Estar Animal – Amigos da Célia). Teremos que fazer peças publicitárias para mostrar que ao invés de comprar animais de raça, as pessoas deveriam adotar seus animais em abrigos ou centro de zoonoses.

E, é por esse motivo que queremos conscientizar através dessa campanha, que é possível estimularmos a adoção responsável, a vacinação e a castração animal.

Por isso, ontem saímos procurando como poderíamos fazer uma foto bem instigante para chamar a atenção daqueles que ignoram a idéia de adotar um animal. Na rua, vimos uma situação muito inusitada. Uma homem, com um cachorro vira-lata em uma coleira (até aí, tudo bem) e uma mulher[bb], empurrando um carrinho de bebê[bb] (até aí tudo bem também). Ao invés de uma criança no carrinho de bebê[bb], avistamos  um gato[bb], muito do folgado. Huahauahu!

Paramos o casal e conversamos um tempinho com eles. Eles falaram que vieram da Argentina. O homem que mal falava português direito, estava escrevendo poesias e pediu ajuda para um de meus colegas para corrigir o texto dele. A mulher, falava muito bem o português e nos contou que tratava seu gato e sua cachorrinha como se fossem filhos[bb] dela. A gente percebeu isso logo que vimos o carrinho de bebê. Ela disse inclusive que o gato toma leite na mamadeira e come Whiskas. Pareciam realmente muito bem tratados. O pêlo do cão e do gato brilhavam. Ela disse também que o gato adora tomar banho[bb].  – Nisso, lembrei que meus gatos estão precisando de um banho.

Conseguimos fazer as fotos numa boa. O casal só pediu que a gente trouxesse as fotos[bb] pra eles. Maravilha! Ainda precisamos de mais 4 situações assim. Já temos idéias. Temos que correr para fazer mais fotos. Esse semestre tá no fim…   :P


Ele carregou aquele peso inútil durante todo o dia.
Saíra de casa afobado, nervoso, e ainda por cima, havia discutido com a esposa.
Defendera uma idéia, um pensamento, com unhas e dentes, como se não conseguisse
admitir, de forma alguma, que sua opinião poderia não ser a verdadeira.
Foi grosseiro, teimoso e impaciente.
Voltava agora para casa, e ao sintonizar a rádio[bb] no carro, ouviu a frase: Posso estar errado.
Era um professor[bb] dizendo o quanto sua vida se tornou diferente, quando passou a considerar esta opção, perante os alunos.
Dizia que passaram a respeitá-lo mais do que antes, quando pretendia ser sempre o dono da verdade.
Afirmava que até mesmo os conteúdos, sendo passados de uma forma mais humilde,
menos impositiva, eram melhor absorvidos pela classe.
Ele resumia sua teoria dizendo: Admitir falhas é o melhor caminho.
Será que costumamos fazer este exercício[bb]? Considerar, nesta ou naquela situação ou discussão, que podemos estar errados?
Ou ainda insistimos em achar que o nosso ponto de vista é sempre o mais correto?
Parece que, ao acharmos que estamos com a razão, acreditamos que a nossa opinião é mais importante do que a dos demais, e que tem de prevalecer.
Não percebemos, mas isso é manifestação do vício do orgulho, em uma de suas muitas formas de atuação.
Um exercício interessante é tentar, a cada momento, considerar a simples hipótese de que podemos estar errados, e fazer um esforço para enxergar as coisas por outro ângulo.
Podemos experimentar ser mais flexíveis e abertos e lembrarmos que algumas vezes podemos não estar com a razão.
Tal forma de agir nos ajuda a tomar decisões mais acertadas e, conseqüentemente, duradouras, pois elas não terão sido fruto de uma reação automática de nossa personalidade.
Ao nos desapegarmos da necessidade de estarmos sempre com a razão, transformamos nossas vidas numa experiência bem mais prazerosa.
Afinal, por que temos que estar sempre certos? Não parece um peso desnecessário que carregamos nos ombros?
Buscar acertar sempre é saudável[bb], nos faz crescer. Porém, querer ser sempre o dono da verdade, é desperdício de energia. Além de ser uma pretensão muito grande.
O caminho para a verdade está em conhecer todos os ângulos possíveis de visão sobre algo, e isso só é possível ouvindo os outros, considerando as experiências alheias na construção de nosso conhecimento.
Quanto mais humildes, mais ouvimos. Quanto mais orgulhosos, mais queremos ser ouvidos.
Dale Carnegie, autor do best seller[bb] Como fazer amigos e influenciar pessoas, afirma que você nunca terá aborrecimentos admitindo que pode estar errado.
Isto evitará discussões e fará com que o outro companheiro se torne tão inteligente, e tão claro e tão sensato como foi você.
Fará com que ele também queira admitir que pode estar errado.
A inflexibilidade de uma opinião gera quase sempre aversão. Um gesto de humildade sempre inspira outro.

Autor Desconhecido


Após quase um mês sem escrever aqui, estou de volta. A faculdade[bb], em seu último ano, finalmente, me jogou vários trabalhos em época em que precisávamos estudar para as provas bimestrais. Foi bastante corrido. A correria segue, vem as provas do segundo bimestre e o resto dos trabalhos para acabar finalizar esse semestre.

Embora essa correria ter feito com que eu parasse um pouco de escrever[bb] por aqui, tive a sorte grande de perceber que o meu nome estava livre para ser registrado como site[bb]. Agora o http://www.gabriella.com.br é meu. Ainda está em construção[bb]. Nesse site vai ter fotos feitas por mim. Aguardem!

Att.

Gaby


“Aquilo que se faz por amor[bb], parece ir sempre além dos limites do bem e do mal.”

Nietzsche

Ela era uma velhinha que morava sozinha, em uma grande casa. Não tinha amigos porque, ao longo dos anos, ela os vira morrer, um a um.
Seu coração[bb] era um poço de saudade e de perdas. Por isso, ela decidira que nunca mais se ligaria afetivamente a ninguém.
E, para se lembrar que um dia tivera amigos[bb], passara a chamar as coisas pelos nomes dos amigos que haviam morrido.
Sua cama se chamava Belinha. Era grande, sólida e confortável. Mesmo depois que ela se fosse, Belinha continuaria a existir.
A poltrona[bb] confortável da sala de visitas se chamava Frida. Haveria de durar muitos anos mais.
A casa se chamava glória. Tinha sido construída há mais de cem anos, mas não aparentava mais que vinte. Era feita de madeira[bb] muito forte, vigorosa.
E o carro[bb], grande, espaçoso se chamava Beto. “Haveria de servir”, pensava a velhinha, “para alguém, depois de sua morte”.
E assim vivia a velhinha solitária.
Certo dia, quando estava lavando a lama de Beto, um cachorrinho chegou no portão O portão não tinha nome, porque ela achava que ele logo teria que ser substituído. Suas dobradiças estavam enferrujadas e a madeira apodrecida.
O animalzinho parecia estar com fome e ela tirou um pedaço de presunto da geladeira[bb] e o deu ao cão, mandando-o embora.
Porém, no dia seguinte, ele voltou. E no outro e no outro. Todos os dias, ele vinha, abanava o rabo e ela o alimentava, mandando-o embora.
Ela dizia que Belinha não comportava um adulto e um cachorro[bb], que Frida não gostava que cães sentassem nela e glória não tolerava pêlo de cachorro.
E Beto? Bom, esse fazia os cachorros passarem mal.
Um ano depois, o animal estava grande, bonito. E tudo continuava do mesmo jeito. Até que um dia ele não apareceu.
Ela ficou sentada na escada, esperando. No dia seguinte, também. Nada.
Resolveu telefonar para o canil da cidade e perguntar se eles tinham visto um cachorro marrom. Descobriu que eles tinham dezenas de cachorros marrons.
Quando perguntaram se ele estava usando coleira com o nome, ela se deu conta que nunca dera um nome para ele.
Sentou-se e ficou pensando no cachorro marrom que não tinha coleira com um nome. Onde quer que estivesse, ninguém saberia que ele tinha de vir todos os dias até seu portão[bb] para que ela lhe desse de comer.
Tomou uma decisão. Dirigiu Beto até o canil e falou para o encarregado que queria procurar o seu cachorro.
Quando ele lhe perguntou o nome do cachorro, ela se lembrou dos nomes de todos os amigos queridos aos quais havia sobrevivido.
Viu seus rostos sorridentes, lembrou-se de seus nomes e pensou em como fora abençoada por ter conhecido esses amigos.
“Sou uma velha sortuda”, pensou.
“O nome do meu cachorro é Sortudo”, disse.
E gritou, ao ver os cães no grande quintal: “aqui, Sortudo”!
Ao som da sua voz, o cachorro marrom veio correndo. Daquele dia em diante, Sortudo morou com a velhinha.
Beto parece que gostou de transportar o cachorro. Frida não se incomodou que ele sentasse nela. Glória não ligou para os pelos do cachorro.
E todas as noites Belinha faz questão de se esticar bem para que nela possam se acomodar um cachorro marrom Sortudo…e a velhinha que lhe deu o nome.

………………………….

Não temamos nos afeiçoar às pessoas. Ninguém consegue viver sem amor, sem amigos, sem ninguém.
Não nos enclausuremos em solidão, nem percamos a oportunidade extraordinária de amar.
Amemos a quem nos rodeia. Também à natureza e os animais, recordando que tudo é obra do excelente pai que nos criou.

Desconheço a autoria


1. ADVOGADO: – Esse processo é rápido.
2. AMBULANTE: – Qualquer coisa, volta aqui que a gente troca.
3. ANFITRIÃO: – Já vai? Ainda é cedo!
4. ANIVERSARIANTE: – Presente? Sua presença é mais importante.
5. BÊBADO: – Sei perfeitamente o que estou dizendo.
6. CASAL SEM FILHOS: – Visite-nos sempre; adoramos suas crianças.
7. CORRETOR DE IMÓVEIS: – Em 6 meses colocarão: água, luz e telefone.
8. DELEGADO: – Tomaremos providências.
9. DENTISTA: – Não vai doer nada.
10. DESILUDIDA: – Não quero mais saber de homem.
11. DEVEDOR: – Amanhã, sem falta!
12. ENCANADOR: – É muita pressão que vem da rua.
13. FILHA DE 17 ANOS: – Dormi na casa de uma colega.
14. FILHO DE 18 ANOS: – Antes das 11 estarei de volta.
15. GERENTE DE BANCO: – Temos as taxas mais baixas do mercado.
16. INIMIGO DO MORTO: – Era um bom sujeito.
17. JOGADOR DE FUTEBOL: – Vamos continuar trabalhando e forte.
18. LADRÃO: – Isso aqui foi um homem que me deu.
19. MECÂNICO: – É o carburador.
20. MUAMBEIRO: – Tem garantia de fábrica.
21. NAMORADA: – Pra dizer a verdade, nem beijar eu sei.
22. NAMORADO: – Você foi a única mulher que eu realmente amei.
23. NOIVO: – Casaremos o mais breve possível!
24. ORADOR: – Apenas duas palavras…
25. POBRE: – Se eu fosse milionário espalhava dinheiro pra todo mundo.
26. RECÉM-CASADO: – Até que a morte nos separe.
27. SAPATEIRO: – Depois alarga no pé.
28. SOGRA: – Em briga de marido e mulher não me meto.
29. VAGABUNDO: – Há 3 anos que procuro trabalho mas não encontro.
30. VICIADO: – Essa vai ser a última.


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